Introdução ao ACL do CakePHP

E ae blz?

Novamente, como sempre, igual todas vezes anteriores, mais um post meu saiu de uma conversa que tive no gtalk/msn com alguém, dessa vez foi uma sugestão do João que escreve aqui no technócil comigo, falar sobre o Access Control Lists do CakePHP.

Então vamo lá,

Eu comecei esse post planejando falar sobre ACL num post só, mas vi que seria impossível por que o post ia ficar imenso e no final dele você já teria esquecido o começo então resolvi separar o post em partes.

–Introdução ao ACL do CakePHP
–ACL na prática, controla os acesso tudo amigo!… (hehe o final é título provisório, to criativo hoje)

O objetivo deste post é só introduzir huhuhu! os programadores aos conceitos do ACL, até por que postar tudo deixaria o post grande pra c@#%&*#, etc, etc… que são na verdade o mais complicado de se entender, depois que os conceitos já estão, digamos, entendidos, a implementação é bem mais rápida…

O Access Control Lists, O mano ACL para os íntimos, é um componente que faz parte do core do framework CakePHP, e tem por finalidade oferecer uma forma poderosa de controle e níveis de acesso a determinadas áreas das aplicações.

Uma coisa muito importante que confunde muito quem está estudando o ACL pela primeira vez é, o ACL não faz autenticação ele só facilita a gerência dos níveis, usuários e áreas de acesso.

Resumindo, o que ele faz é dizer quem pode acessar o que, e só.

O ACL usa dois tipos de definições como convenção para facilitar o controle de acesso, são elas:

ACO = Access Control Object, algo que é acessado.

ARO = Access Request Object, quem ou o que acessa algo.

Fazendo uma analogia ao modelo que é geralmente usado pela grande maioria dos programadores, um exemplo de como seriam identificados os controles e níveis de acesso do blog usando ACL, você teria o seguinte cenário.

AROs – Tipos/Grupos de usuários, usuários
Tipos de Usuários:
–Admin
–Editors
–Guest

Usuários:
–Tobias
–João Vagner
–Editor
–Visitante

ACOs – Áreas protegidas
–Posts
–Páginas
–Links
–Plug-ins
–Ferramentas
–Usuários
–Configurações

O ACL tem uma estrutura do tipo árvore e que pode aceitar heranças de permissões de acesso.

Seguindo o exemplo acima poderia ter uma árvore de permissões da seguinte maneira.

Admins (permissões de acesso: todas as áreas)
--João Vagner (herda todas as permissões do grupo)
--Tobias (herda todas as permissões do grupo)

Editors ( permissões de acesso: ( posts (read,add,edit) )
--editor (herda permissões do grupo, usuários (edit:id = editor.id))

Guest (posts,pages,links(read))
--visitante(herda permissões)

WTF? É o que você que nunca mexeu com ACL deve estar no momento né? Relaxa vou explicar o que eu quis dizer com o texto em negrito acima.

Do ponto de vista do ACL tanto os grupos de usuário, quanto os usuários são coisas do mesmo tipo, são coisas que acessam coisas, e graças a metodologia de árvore essas coisas podem herdar permissões de acesso.

No caso do primeiro grupo, Admins, não há nada de especial ou misterioso, o grupo admin tem acesso a tudo e todos os usuários pertencentes a esse grupo herda suas permissões, moleza se você precisa de um controle de acesso simples assim você nem precisa de ACL.

Vamos ao segundo exemplo, esse sim tem algo de interessante e pra alguns pode ter sido meio confuso.

Editors ( permissões de acesso: ( posts (read,add,edit) )
Traduzindo: O grupo Editors tem acesso ao controle posts e tem permissões para efetuar read, add, edit.

O que são essas permissões de read, add, edit? São permissões que você define de acordo com a sua necessidade, eu usei essas por que são as mais básicas, quase um default para exemplos.

Continuando…
--editor (herda permissões do grupo, usuários (edit:id = editor.id))
Traduzindo: O usuário (ARO) editor herda as permissões do grupo editors e tem a permissão específica de edit a determinada id do controllers usuários, o que significa que ele pode editar as próprias informações de usuário, mas não pode editar os dados de outros usuários.

Guest (posts,pages,links(read))
--visitante(herda permissões)

E para todos os visitantes a permissão de ler posts, pages e links.

Como o objetivo desse post é fazer os conceitos serem entendidos não vou postar códigos eles ficam pro próximo post, bom feriado pra todos, e novamente, como sempre, igual a todas as vezes, dúvidas, sugestões e puxões de orelha os comentários tão ai pra isso.

flw ae :)

Magento E-Commerce

Quem nunca ouviu falar hoje em dia de uma das ferramentas mais completas para e-commerce disponíveis gratuitamente, se você nunca ouviu falar, esta na hora de de atualizar hein?

 Magento Ecommece

O Magento se tornou hoje a principal ferramenta para comercio eletrônico, alem de completo, tem a robustez do Zend Framework, e diversos conceitos de ecommerce e SEO otimizados. Tudo, quer dizer, quase tudo hoje se faz no magento sem muitas dificuldades. Alem do Zend Framework por  traz em seu código, ele implementa todas as possibilidades do Pear, traz consigo uma estrutura de canais para módulos aonde a comunidade desenvolve, e você pode usufruir muito bem através de alguns comandos práticos e simples.

O Magento também esta disponível por SVN, o que facilita muito o desenvolvimento, e um padrão / qualidade de código excelente. As instalações do magento são simples, e pode ser feita muito simplesmente por qualquer um com acesso ao SSH da conta. Praticidade total. O Próximo artigo dessa serie sera a instalação e configuração básica da loja, cache, e módulos Claro, depois de nossa introdução a alguns conceitos aplicados pelo magento, tanto em código, quanto em uso de sistema.

1 – Estrutura básica de trabalho.

Existe um bom senso para se trabalhar com o magento, uma estrutura compartilhada segura muito bem, claro, desde que configurado para se tornar leve, trabalhar com cache.  Veja aqui os requisitos que o magento necessita para um BOM desempenho em produção. Mas iremos ver isso mais para a frente. Agora e hora da nossa introdução a pastas do Magento. Pastas nos quais iremos ter acesso para upload e modificação de arquivos.

  • app  - Pasta da sua aplicação
    • code - Pasta do seus modulos
      • comunity
      • core
      • local
    • design - Pasta aonde toda a estrutura de layout, blocos,  xml e xhtml (.phtml), sao armazenados
      • adminhtml
      • frontend
      • install
    • etc – Pasta de XML de configurações de sua loja
    • locale – Pasta com as linguas instaladas em sua Loja, tipo pt_BR, En, fr_FR, etc
  • media – Pasta aonde as imagens do seu catalogo sao armazenadas, recortadas e trabalhadas.
  • var – Pasta de exportação de dados, backups do banco e etc
  • skin – Pasta aonde encontrados o css, javascript e imagem relativa a nosso tema.
    • adminhtml
    • frontend
    • install

Se você for curioso deve estar se perguntando  porque as pastas frontend estão com enfase, simples, porque são elas as responsáveis por nosso front-end, html, css, javascript, blocos, etc. Ali e onde a magica ocorre e o template ou tema toma vida.

Pronto, agora já visto a estrutura de pasta do magento, você já sabe aonde e porque deve mexer, cada coisas em seus lugares formando uma plataforma versátil de comercio eletrônico.

2 – O Conceito de “EAV” e  Base de Dados.

O magento trabalha com modelo de EAV em suas tabelas. Agora você desenvolvedor deve estar pensando que a coisa esta se complicando.  Na verdade esta simplificando. Entramos agora no conceito de Entity-Attribute-Value.

O Modelo proposto de EAV e totalmente oposto da modelagem comum, O modelo simples de modelagem seguindo o ER, no futuro traz alguns obstáculos quando  possui uma evolução constante, e muita vezes o modelo de dados tem que se adaptar as novas regras do jogo, e do em questão de compatibilidade, isso se torna bem ruim.

Example EAV Model

O Conceito básico do EAV e simples, tenha como ideia guardar o Objeto, o atributo e seus valores de atributos. Você esta bem blindado de mudança nas regras do jogo, pois seu modelo baseado em EAV se adapta com muita facilidade a sua necessidade.

Alguns consideram esse modelo de EAV um erro, eu vejo como um obra prima de engenharia de software. Alem de bem projetado, e muito organizado e sistemático, e possui uma ótima flexibilidade.

2 – Instalação, controle de versão e Magento Connect

O Magento traz soluções maravilhosas para melhorar as tarefas mais chatas dos sistemas hoje disponíveis. A instalação, Upgrades e Updates.

Subversion (SVN)

Atualmente você pode fazer um checkout do projeto usando subversion (SVN), que permite flexilidade um bom controle do desenvolvimento e avanços do projeto. Para quem usa Linux e não tem ainda o subversion, basta executar os comandos abaixo:

Vale a dica que para que instalações locais funcionem direitinho, e necessário o uso do Virtual Hosts, porem isso no apache 2 + Linux se torna pratico.

$: sudo apt-get install subversion

Confirme a instalação dos pacotes necessários, depois basta ir na sua pasta padrão do apache, no meu caso sempre fica na home, chamada sites:

$: cd ~/joaovagner/sites/;
$: mkdir magento ;
$: cd magento ;

Pronto, já possui sua pasta para o magento, basta agora fazer o checkout do projeto:

$: svn checkout http://svn.magentocommerce.com/source/branches/1.4

Pronto, já possui um branche do projeto, ou seja, ele esta pronto para rodar, agora caso queira manter uma workcopy basta fazer checkout do trunk, sempre em desenvolvimento, para isso recomendo uma criação de uma pasta para se manter organizado:

$: cd ~/joaovagner/sites/;
$: mkdir magento-trunk ;
$: cd magento-trunk;

Agora basta executar o checkout do trunk:

$: svn checkout http://svn.magentocommerce.com/source/branches/1.4-trunk

Instalação via SSH

A instalação por SSH se baseia simplesmente em comandos de download, disponivel aqui.

Abaixo os comandos necessários usando wget:

//Acesso minha pasta padrão do apache
$: cd ~/joaomedeiros/sites

//Crio uma pasta para o magento
$: mkdir magento

//Acesso a pasta que criei
$: cd magento

//Uso wget para fazer o download dos pacotes, tanto o magento em sí como o arquivo de dados de exemplos
$: wget http://www.magentocommerce.com/downloads/assets/1.4.0.0/magento-1.4.0.0.tar.gz
$: wget http://www.magentocommerce.com/downloads/assets/1.2.0/magento-sample-data-1.2.0.tar.gz

//Descompactação dos pacotes baixados
$: tar -zxvf magento-1.4.0.0.tar.gz
$: tar -zxvf magento-sample-data-1.2.0.tar.gz

// Movemos as imagens de exemplo para a pasta correnta de media
$: mv magento-sample-data-1.2.0/media/* magento/media/

//movendo os registros no banco de exemplo para a a pasta magento

$: mv magento-sample-data-1.2.0/magento_sample_data_for_1.2.0.sql magento/data.sql

//Movendo o .htaccess para interpretação de regras personalizáveis do magento
$: mv magento/* magento/.htaccess .

//Setando permissão de escritas na pasta correta, pois a instalação vai precisar
$: chmod o+w var var/.htaccess app/etc

//Permissão recursiva na pasta de media de imagens de produtos do magento.
$: chmod -R o+w media

//Aqui eu uso o .SQL para inserir dados de exemplo de produtos + CMS + homepage.
$: mysql -h localhost -u seuuserdobanco -psuasenha magento_database < data.sql

//Atualização de pacotes e instalação do canal de upgrade e update do magento connect no pear.
$: ./pear mage-setup .
$: ./pear install magento-core/Mage_All_Latest-stable

//Limpando todos os arquivos desnecessários
$: rm -rf downloader/pearlib/cache/* downloader/pearlib/download/*
$: rm -rf magento/ magento-sample-data-1.2.0/
$: rm -rf magento-1.4.0.0.tar.gz magento-sample-data-1.2.0.tar.gz data.sql

Caso esteja em um MAC OS e não possua o Wget, basta usar o CURL, uma alternativa que funciona basicamente como alternativa ao wget, basta substituir o wget por curl -O

//mesmo efeito que o wget
$: curl -O http://www.magentocommerce.com/downloads/assets/1.4.0.0/magento-1.4.0.0.tar.gz
$: curl -O http://www.magentocommerce.com/downloads/assets/1.2.0/magento-sample-data-1.2.0.tar.gz

Pronto, agora basta acessar a URL localhost e executar a instalação, claro, novamente recomendo o uso do Virtual Hosts para que isso possa fluir melhor.

Agora basta acessar, ai: http://magento.localhost/ (Interpretando que esse e seu virtual host!)

Caso você utilize Windows, pode usar o pacote Magento and Zend Server – Unified Installer e executar sua instalação no Windows com Zend Server e já um pacote do Magento. Eu nunca executei tal teste, não tenho certeza de como funciona e os passos!

Dicas e macetes em problemas de Instalações + Permissões

Como ja venho a tempos executando instalações, entendendo os processos e funcionalidades do magento, venho já armazenando e guardando alguns macetes de problemas recorrentes que enfrento, tanto em servidores conhecidos da IW2 como em terceiros, e as vezes ate localmente.

Instalação e erro 505

Comigo sempre ocorre de um upgrade ou nova instalação, ocorrer erro500, o famoso “Internal Server Error”, isso pode ser corrigido com Shell Script:

$: cd magento ;
$: find . -type d -print | xargs chmod 755
$: find . -type f -print0 | xargs -0 -n1 chmod 644
$: chmod 775 app/etc var var/.htaccess && chmod -R 775 media

Problema Resolvido

Menu Administrativo parou de funcionar! O Que eu faço?!

Esse problema ocorre devido a compilação do javascript, e simples resolver, e já e um problema frequente:

Passo 1 – Abrir o Arquivo com problema

O Arquivo que esta causando esse problema se localiza na seguinte path: app/code/core/Mage/Page/Block/Html/Head.php

Basta renomear o Head.php para head.php. No Terminal basta executar o comando mv:

$: cd magento;
$: mv pp/code/core/Mage/Page/Block/Html/Head.php   app/code/core/Mage/Page/Block/Html/head.php

Passo 2 - Permissões corretas

Esses arquivos precisam de permissões corretas para que o Browser tenha o retorno necessário:

$: cd magento;
$: chmod 755 js/ ;
$: chmod 644 js/lib/ ;
$: chmod 644 js/index.php ;

Pronto, seu menu está perfeito! Seu Magento esta pronto para trabalhar!

Usando um player customizado para vídeos do youtube (javascript)

E ae gente, blz…

Como sempre depois de alguns milênios sem postar estou de volta, o título do post já diz tudo, mas de qualquer maneira vai aqui uma introdução do post de hoje. Vamos ver um exemplo de uso da API do youtube, como comandar o vídeo utilizando somente javascript, vale ressaltar que a unica coisa em flash usada no player vai ser justamente o vídeo, todo o resto é javascript, html e css, “conversando” com a api do youtube…

Então vamos ao que interessa.

Antes de mais nada é bom ressaltar que o youtube tem uma API que na minha opinião é excelente e pode ser usada para diversas coisas do site, não só para assistir/usar os vídeos mas também para criar uma busca personalizada e outras coisinhas, para maiores informações clique aqui

Nesse post só quero mostrar o que eles chamam de “chromeless player”, traduzindo ao pé da letra seria o player sem botoões, só a tela do vídeo, etc. Você pode ver um exemplo desse player aqui.

Bom vasculhando o código fonte do exemplo a gente encontra um exemplo do que é possivel fazer com esse player, existem muitas funções que vão desde as mais básicas (como play, pause, stop) até algumas outras mais complexas como controle de volume e tempo do vídeo, no próximo post eu vou mostrar um exemplo utilizando jquery com direito a progress bar e controle de volume…

Como sempre puxões de orelha e correções são bem vindas nos comentários, abraços e até breve.

Encontro de desenvolvedores CAKE Sao Paulo

Bom dia pessoal,

Estive presente no Encontro de desenvolvedores CAKE em Sao Paulo, e posso dizer que foi um bom encontro, palestras de nivel muito bom, aonde foi abordado desde a criação de um helper ate a criação, plugins, ambiente de testes, brincadeiras e criação com o bake.

Algumas palestras em destaques para TDD – Test-Driven Development e Testes Automatizados com CakePHP, aonde foram abordados assuntos que vem ja a algum tempo sendo levado em conta que e desde a engenharia de software ate a cobertura de testes dos codigos. Abordados tipos de testes: Unitarios, Aceitação, entre outros. Palestras de Rodrigo Moyle e José Pedrini.

Apos isso uma outra palestra de nivel incrivel sobre criação e consumo de webservices com CAKEPHP que foi criado e desenvolvido um webservive utilizando REST. Parabéns ao Carlos Pires da 2KM que veio de Minas para nos prestegiar com sua palestra e sua participação no evento.

Um grade destaque também a palestra do Rafael Santos, que nos mostrou como construir uma plataforma RAD para Flex com CakePHP e Fake, apresentando inovações como o FAKE e integrações bem legais entre Flex e CAKEPHP, aonde se utiliza todos os recursos, desde validations, ate os models e controllers, nao deixando a desejar nem um pouco.

Parabéns aos Organizadores, ao Renan Gonçalves que se esforçou e fez acontecer e valer a pena o evento. Troca de conhecimentose fortalecimento da comunidade CAKEPHP e PHP no Brasil e em São Paulo.

Minha Palestra:

Conheça a função __autoload e esqueça que um dia precisou usar listas gigantes de includes

E ae gente, blz?

Bom o post de hoje é pequeno e rápido e com certeza incrívelmente útil, vou mostrar hoje uma técnica que estou usando pra facilitar minha vida na hora de desenvolver meus códigos, o assunto de hoje é o __autoload, uma funçãozinha que está me economizando preciosos minutos no desenvolvimento.

O funcionamento dele é básico, e funciona assim:

Quando você tenta instanciar uma classe o php verifica se essa classe já existe, se não existir ele tenta carregar ela de acordo com a função __autoload que estiver no script.

ex:

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function __autoload($class_name) {
	require_once $class_name.'.php';
}

digamos que em algum momento do meu código eu tentei instanciar a classe Groups

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$groups = new Groups;

se a classe Groups não existir até o momento o php vai tentar incluir o arquivo Groups.php (de acordo com a minha função __autoload) antes de disparar um erro. Ta mas ele sempre vai procurar só pelo nome da classe? depende… tudo depende de como você faz a sua função __autoload, veja o exemplo abaixo para entender.

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function __autoload($class_name) {
	require_once 'my/path/to/classes/'.$class_name.'.php';
}

nesse exemplo acima o php vai procurar pela classe na path determinada na função antes de disparar o erro.

Bom é isso, só pra terminar vou dar uma dica que eu estou usando aqui, que é simplesmente adicionar as paths de onde as classes estão ao include_path.

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<?php
 
set_include_path(get_include_path() . PATH_SEPARATOR . './libs/');
 
function __autoload($class_name) {
	require_once $class_name.'.php';
}
 
?>

Vou explicar o código:

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set_include_path(get_include_path() . PATH_SEPARATOR . './libs/');

Adiciona ao include_path do php a pasta ./libs/

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function __autoload($class_name) {
	require_once $class_name.'.php';
}

Define a função __autoload que irá procurar pelas classes quando forem instanciadas.

Ufa… cabou, é isso ai gente, como sempre dúvidas, sugestões e puxões de orelha nos comentários por favor :D.

abraço e até a próxima,
ps. esse foi o post mais rápido que eu já postei, da idéia de postar até o fim da revisão do texto demorou 26 min oO.

Dica Rapida: Pegando Twittadas com PHP

Ola a todos,

Vou começar uma série de posts rapidos com dicas legais e uteis pro dia-a-dia relacionadadas a PHP.

Quase todos usam Twitter, e ja sabemos o o Twitter tem uma API para integração, porem nao e necessario usar uma API para algo basico, como pegar os Ultimos posts de alguem via RSS. Ja que RSS e um formato XML.

Abaixo um codigo simples e rapido:

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<?php
$rss = 'http://twitter.com/statuses/user_timeline/14627317.rss'; 
$abre = simplexml_load_file($rss);
$i = 0 ; 
$limite=3;
foreach ($abre->channel->item as $itens ) {
$post = utf8_decode($itens->title);
echo $post .'<hr />';
if($i==$limite) { break; }
$i++;
 }
?>

$rss
Indica o caminho completo do RSS a ser lido.

$abre
Utiliza simplexml_load_file para ler o xml e converter em um objeto/p

$i
Define o inicio do loop para que possamos frear o loop no nosso limite de twittadas./p

$limite=3
Definimos um limite de posts, no caso como nosso loop comeca em em 0, definindo 3, o limite de posts seria 4: 0,1,2,3

foreach ($abre–>channel->item as $itens ) {
Aqui criamos um loop do item do XML e o chamamos de $itens para melhor identificação dentro do loop.  Aqui ele herda os itens de channel->item, como title, e outros

$post = utf8_decode($itens->title);
Aqui usamos o UTF-8 para decodificar as mensagens evitando erros de charset e podemos interpretar para o ISO.

echo $post .’ < hr / >‘;
Aqui imprimos o Post na tela e adicionamos a tag


para separar os posts, criando uma linha de separação.

if($i==$limite) { break; }
Aqui verificamos se o nosso loop chegou ao nosso limite definido acima, se chegar coloca um fim no loop do channel->item

Por fim e isso, basta usar em seus blogs, e onde mais desejar ;)

OOP no PHP: Overloading, utilizando os métodos mágicos do PHP

E aeeeeew blz? Bom gente voltando do período de preguiça bagarai, vício em jogos online e outras vagabundagens ociosidade vamos dar continuidade a série de artigos sobre OOP no PHP. O assunto de hoje é bem interessante, no post de hoje vamos ver como usar um dos métodos mágicos do php.

Neste artigo vou falar do método mágico __call(),  que funciona da seguinte maneira:

Quando uma classe tem o método __call() o php roda esse método sempre que qualquer método da classe for chamado, mesmo se o método que foi chamado não existir um método inexistente ou inacessível for chamado (obrigado Edgar pelo puxão de orelha), isso abre espaço para algumas coisas interessantes.

Vamos a um exemplo do funcionamento de __call():

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<?php
class ExemploCall {  
  function __call($m, $a)
  {
    print "Método chamado: $m\n";
    print "Parametros: \n";
    var_dump($a);
    return $this->x;
  }
}
$call = new ExemploCall();
$call->test(1,2,'teste');
 
//Mostra na tela
/*
Método chamado: test 
Parametros: 
array(3) { 
  [0]=>  int(1) 
  [1]=>  int(2) 
  [2]=>  string(5) "teste" 
} 
*/
?>

O exemplo acima simplesmente exibe na tela o método chamado e os parametros enviados, mas vendo isso a pergunta que surge na cabeça é, pra que ou onde eu vou usar o método __call()?

A resposta pra essa pergunta vai da sua criatividade mas eu vou postar aqui uma forma de uso que o cakephp usava há algum tempo atrás.

Funcionava da seguinte forma, havia um método padrão chamado find que era chamado e fazia consultas ao banco de acordo com os parametros passados, porém, (aqui que vem a mágica) ele também podia ser chamado como findByNomeDoCampo o que em alguns momentos facilitava bastante a vida do programador, vamos fazer algo parecido com isso.

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<?php
 
/**
  Só vou postar o código relevante aos métodos mágicos, mas supõe-se que
  deste ponto em diante você já tem incluido no arquivo toda a rotina de 
  conexão com o banco de dados, etc, etc, etc...  
**/
 
class Model {
 
  public function __construct() 
  { //O conteúdo deste método vai variar de acordo com sua classe
  }
 
  public function __call($method, $params)
  {
    // Verifica se o método chamado existe nessa classe
    if ( method_exists($this,$method) )
    {
      //Caso exista chama o método
      return call_user_method($method, $this, $params);
    } 
    else 
    {
      //Caso não exista, chama um método especial que fará a nossa mágica
      $this->parseMethods($method,$params);
    }
  }
 
  private function parseMethods($method,$params)
  {
    //Verifica se o método segue o padrão adotado
    if ( eregi('findBy',$method) === false ) 
    {      
      //Caso não siga dispara um erro dizendo que o método é inválido/não encontrado
      trigger_error('Método inválido ou inexistente',E_USER_ERROR); 
      die;
    }
    else
    {
      //Caso seja um método padronizado (findByAlgo) recupera o nome do campo e converte tudo para minúsculo
      $fieldName = strtolower(str_ireplace('findBy','',$method));      
 
      //Formata os parametros para serem passados ao método find padrão
      $options = $params['1'];
      $options['conditions'] = array($fieldName=>$params['0']);
 
      //Chama o método find original
      $this->find($options);            
    }
  }
 
 
  public function find($options) 
  {    
    var_dump($options);
    //Aqui você faria a consulta usando as informações recebidas
  }
 
}
 
//Instancia a classe
$model = new Model();
 
//Define parametros a serem passados
$options = array (
   'fields' => array ('*')
  ,'order'  => array ('nome ASC')
);
 
//Chama o método mágico
// Onde o primeiro parametro é o valor que o campo passado no nome do método deve ter.
$model->findByBlog('Technócio',$options);
 
/**
O que chega no método options é:
array(3) { 
    ["fields"] =>  array(1) { 
        [0]=>  string(1) "*" 
    } 
    ["order"] =>  array(1) { 
        [0]=>  string(8) "nome ASC" 
    } 
    ["conditions"] =>  array(1) { 
        ["blog"]=>  string(9) "Technócio" 
    } 
} 
**/
?>

O código ta bem comentado e bem simples também, embora não tenha me aprofundado muito no assunto acho que deu pra ter uma noção dessa possibilidade e do que pode ser feito com isso.

Como sempre, para dúvidas, sugestões e puxões de orelha, utilizem os comentários. Até a próxima (que dessa vez não vai ser tão demorada assim).

Trabalhando com Datas em PHP & MySQL

Bom dia,

Datas, hora, minutos, meses, anos, informações que nos deslocam às nossas tarefas diárias, ou que nos deixam desesperados porque o tempo é pouco para tal coisa ou compromisso, pois é, data esta dentro do tempo, que nem sempre esta à nosso favor. Deixa-mos a filosofia de lado, blá nunca fui bom filosófo, quer dizer, jamais fui um, então comecemos logo à entender um pouco datas.

Formatos de datas no Mundão!

O php, a linguagem de inicio que vou usar nesse post, tem a função strftime(), ela faz a formatação de uma hora/data com as configurações locais dos paises, é importante frisar que em servidores windows, é preciso usar a função setlocale() para definir a linguagem da localidade que você vai usar, e ler no MSDN as suportadas, porque claro, o Windows complica mais do que ajuda!

Exemplo de datas com fuso horario de outros paises

Alemanha

<?php
//Seta o local, de_DE = alemanhã (German)
setlocale(LC_TIME, "deu");
echo strftime(" estamos na  German (Alemão) %A.\n");
?>

Portugues Brasil

<?php
//Seta o local, "portuguese-brazil" ou "ptb" = Português Brasil
setlocale(LC_TIME, "portuguese-brazil");
echo strftime(" estamos no Brasil  (Português) %A.\n");
?>

Formas de String:

%a – dia da semana abreviado de acordo com a localidade
%A – nome da semana completo de acordo com a localidade

Mais sobre as formas de string em PHP.Net ( Manual).

Bom, agora que a parte de deixar configurado à data de acordo com sua localidade ou com a necessidade mesmo do desenvolvedor, por exemplo se você estiver trabalhando em um sistema que poderá ser usado em outros paìses (nossa, elevei o pessoal a programadores mundiais!), isso pode poupar-lhe de muita dor de cabeça, gritos, socos, murros, monitores, gabinetes, e HD’s!

Datas em formato Timestamp

An extension of the DATE datatype that can store date and time data (including fractional seconds). The timestamp type takes 11 bytes of storage.

Inglês péssimo né? é? então eu vou lhe dar uma linguada básicanisso e verbalizar essa budêga:

Uma extensão do datatype (tipo de data) da DATA que pode armazenar dados da data e da hora ( com segundos fracionários incluídos).  O tipo do timestamp faz exame de 11 bytes de  armazenamento..

Nossa, meu inglês é uma bosta também, mas o português tambem é fraco, mas é isso. é uma extenção de data para armazenamento de data hora e informações facionarias como segundos, blá e blá, se você quiser uma data exata mesmo, no real sentido, isso é sua solução!

Timestamp em MySQL e outros tipos

O Nosso Manual MySQL nos diz, que DATETIMES e TIMESTAMP são relacionadas, calma, elas não tem relações sexuais, vão ter datazinhas gritando, chorando e chamando você de titio não! nossa, mente poluída a minha não?! Elas são apenas parecidas, ou tem a mesma função, até hoje nunca descobri, ou tenho certeza disso! hahahaha!

Os formatos de DATE do MySQL se reservam apenas à Ano, dia e Mês: YYYY-DD-MM, não temos a opção de segundos fracionários, então neca de comparação exata usando segundos com esse tipo de campo.

Agora em Timestamp como diz a descrição da extenção, temos opção fracionária, que ficará no formato de: YYYY-DD-MM HH:MM:SS, po, mas ta feio pacas isso não? Os Brasileiros não leem datas nesse formato americano, então o MySQL permite usar o padrão de data Brasileiro ? que é DD-MM-YYYY, cara, sei não, se tiver desconheço, e não recomendo! já vou explicar os motivos.

Imagine essa  situação:

Você tem 2 datas, que precisam ser comparadas se uma é maior que outra , as datas são essas: 23/06/1989 e 23/08/1800, e em comparações de datas você não pode usar barras, traços, essas viadagens todas pra ficar bonitinha! Seria assim seu pensamento:

23061989 > 23081800  vai retornar false, hahah se lasco cara!

Bom, olhando você ja sabe que a data mais antiga é maior que a mais nova, no nosso formato Brasileiro, mas isso esta errado, sendo que a primeira data é a maior, sendo à mais perto de nosso ano atual, não é? mas os numeros não mentem, porque nosso formato é incorreto para comparações de data, mas no formato americano é mais fácil de se comparar:

18002308 > 19892308 vai retornar true.

Mas você ficou tristinho, pois a data no formato americano fica estranho pros brasileiros, calma, tudo tem uma solução, você pode formatar a data em timestamp com uma função, ela fica em um formato agradavel de ler exemplo: 23 de outubro de 2004 as 13:01:21 . mas caso os dados venham do banco de dados, é necessário usar UNIX_TIMESTAMP antes no seu select, por exemplo:

# Seleciona o campo data, usando a função UNIX_TIMESTAMP, dando renome a ela, de NovaData, campo esse da tabela TabelaLinda
SELECT UNIX_TIMESTAMP(DATA) AS NovaData FROM TabelaLinda;

Se você chamar a função UNIX_TIMESTAMP sem nenhum argumento, exemplo:

# Obtem a data de hoje usando os segundos, desde de 1969!
SELECT UNIX_TIMESTAMP();

Isso iria retorna um tipo timestamp do Unix, são segundos desde ‘1969-01-01 00:00:00′ GMT, mais ou menos assim: 882226357

Bom, ai você tem um monte de numeros de segundos, o que você vai fazer com eles? colocar no prato e comer? Jogar na lata do lixo porque não serve pra nada? Pegar uma metralhadora e atirar no monitor? Ou usa a função para formatar?, ahhh garoto esperto, usa a função!

<?php
function montaData($data) {
 $v_mes = array(1=>"Janeiro","Fevereiro","Março","Abril","Maio","Junho","Julho","Agosto","Setembro","Outubro","Novembro","Dezembro");
 $v_data = explode(" ",date("Y m d H i s", $data));
 return "{$v_data[2]} de {$v_mes[(int)$v_data[1]]} de {$v_data[0]} as {$v_data[3]}:{$v_data[4]}:{$v_data[5]}";
}
?>

Pronto! Basta aplicar:

<?php
echo montaData($consulta['NovaData']);
// 23 de outubro de 2005, as 13:13:13
?>

Agora quando você define no seu campo tipo Timestamp? como deve inserir o formato das datas no banco? Você usa o padrão americano, temos outra função pra isso, pra em vez de se matar escrevendo date() e suas propriedades, só chama a função PadraoData().

<?php
function padraoData() {
$exibe = date('Y m d H i s');
return $exibe;
}
?>

Se você mandar imprimir date(‘Y m d H i s’); vai ver que vai sair: YYYY MM DD H I S, não as letras, mas a data mesmo! que é o padrão americano, em timestamp! Em comparações isso fica mais perfeito ainda, não foge nem os segundinhos!

20041512030520  >  20031810122030 retorna  true

20031810122030 > 20041512030520   retorna  false

Índices para Pesquisa

 

Abraços ;-)

Grupo PHP SP

Boa tarde leitores,

Sei que muitos não são de São Paulo, cidade nem estado, porém não é por isso não podem ingressar e conhecer o Grupo PHPSP.

O Grupo PHP SP é uma iniciativa de organizar e abordar sobre a linguagem PHP, no estado de São Paulo. Se você não é do Estado de São Paulo, não tem problemas, pode ingressar no grupo sem problemas, mas se você é de São Paulo, e gostaria de participar de algo efetivo em favor do PHP, seja bem-vindo!

Está para acontecer o I Encontro PHP SP, no qual as vagas ja estão encerradas. O Valor da entrada é 1 kilo de alimento, no qual vai ser doado para uma instituição de caridade, que ainda não foi escolhida! Tem uma sugestão? Mande nos comentários desse post, ou no site do php sp.

Eu indiquei a Fundação André Luiz, no qual a entidade atende e dá abrigo aos portadores de deficiências especiais. Possui um âmbito da Atuação Federal e existe a 50 anos!

O Conteúdo do encontro que irá ocorrer no dia 7 de Fevereiro, ja tem agenda pronta:

  • 10h ~ 13:45h – Simulado da Certificação Zend
  • 13:45h ~ 15h – Almoço
  • 15:15h ~ 17:00h – Palestra Zend Framework

O Evento será realizado na Burti em Mooca, Rua Dias Leme, 130. Caso queira viualizar o mapa clique aqui.

O Conteúdo dos slides, e fotos, e o que mais for gravado será reproduzido pelo grupo e por mim, que estarei lá. ;)

Logo após o encontro, teremos o PHPinga, que é o encontro para sair da formalidade, e iremos a um bar próximo, nos divertir! Esse é livre, e estão todos convidados!

Grande Abraço

Leitura de XML – Parte 2 SimpleXML

Olá Pessoal,

Primeiramente, post de dia 24 de Dezembro, desejos a todos um Feliz Natal, que estejam todos ai junto a amigos e familiares curtindo uma data especial.

Bom, demorei um pouco, mas chegou, a segunta parte de Leitura de XML usando SimpleXML, dessa vez vou usar alguns modelos, ao invez de trabalhar com o nosso Feed de RSS, vamos trabalhar com valores de cambio e pesquisa de CEP. Tudo simples e em poucas linhas.

Primeiramente precisamos de algum XML que seja atualizado, com os valores que temos que trabalhar. Para isso existe esse endereço: http://www.republicavirtual.com.br/cotacao/exemplos.php

Não posso garantir 100% de uptime do link, pois não sei se algo vai mudar ok? Mas iremos trabalhar em cima dos retornos desse xml, ok?

Simple XML

O objetivo é fornecer acesso aos documentos XML usando propriedades de objetos e iterators, não é uma extensão complicada (são poucos métodos) mas é bastante flexível.

Exemplo Básico

Importando o XML da URL:

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$file = simplexml_load_file('http://cotacao.republicavirtual.com.br/web_cotacao.php?formato=xml');

Iniciando o trabalho

Aqui vamos pegar o valor do dolar comercial para compras:

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// importando o arquivo
$file = simplexml_load_file('http://cotacao.republicavirtual.com.br/web_cotacao.php?formato=xml');
// pegando a tag dolar_commercial_compra
echo $file->dolar_comercial_compra;

As tags que podemos trabalhar podem ser encontrada nesse XML

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<webservicecotacao>
	<dolar_comercial_compra>2,1260</dolar_comercial_compra>
	<dolar_comercial_venda>2,1280</dolar_comercial_venda>
	<dolar_paralelo_compra>2,2200</dolar_paralelo_compra>
	<dolar_paralelo_venda>2,3000</dolar_paralelo_venda>
	<euro_dolar_compra>1,2410</euro_dolar_compra>
	<euro_dolar_venda>1,2410</euro_dolar_venda>
	<euro_real_compra>2,6384</euro_real_compra>
	<euro_real_venda>2,6408</euro_real_venda>
</webservicecotacao>

Viram como é simples trabalhar com o SimpleXML? Agora vamos trabalhar para achar endereços de CEP ;) O XML que iremos trabalhar emcima é desse modelo:

Trabalhando com CEP

Código:

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<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?>
<webservicecep>
<resultado>1</resultado>
<resultado_txt>sucesso - cep completo</resultado_txt>
<uf>SP</uf>
<cidade>São Paulo</cidade>
<bairro>Santana</bairro>
<tipo_logradouro>Rua</tipo_logradouro>
<logradouro>Duarte de Azevedo</logradouro>
</webservicecep>

A URL que iremos importar as consultas é: http://cep.republicavirtual.com.br/web_cep.php?cep=02036021&formato=xml

Vamos ao Código:

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$file = simplexml_load_file('http://cep.republicavirtual.com.br/web_cep.php?cep=02036021&formato=xml');
 
echo "UF: " .$file->uf;
echo "<br />Cidade: " .$file->cidade;
echo "<br />Bairro: " .$file->bairro;
echo "<br />Tipo de Logradouro: " .$file->tipo_logradouro;
echo "<br />Endereço: " .$file->logradouro;

Não recomendo que essa aplicação rode atravez da url de pesquisa, a base de dados pode ser baixada nesse endereço: Download

É isso, viram como é simples integrar uma pesquisa de CEP pra completar formulários de cadastros e tudo mais? Agora é com vocês ;)