Introdução ao ACL do CakePHP
Postado por Tobias em 20.04.2010 07:15 Desenvolvimento web, Internet, OOP, cakephp, frameworks, php
E ae blz?
Novamente, como sempre, igual todas vezes anteriores, mais um post meu saiu de uma conversa que tive no gtalk/msn com alguém, dessa vez foi uma sugestão do João que escreve aqui no technócil comigo, falar sobre o Access Control Lists do CakePHP.
Então vamo lá,
Eu comecei esse post planejando falar sobre ACL num post só, mas vi que seria impossível por que o post ia ficar imenso e no final dele você já teria esquecido o começo então resolvi separar o post em partes.
–Introdução ao ACL do CakePHP
–ACL na prática, controla os acesso tudo amigo!… (hehe o final é título provisório, to criativo hoje)
O objetivo deste post é só introduzir huhuhu! os programadores aos conceitos do ACL, até por que postar tudo deixaria o post grande pra c@#%&*#, etc, etc… que são na verdade o mais complicado de se entender, depois que os conceitos já estão, digamos, entendidos, a implementação é bem mais rápida…
O Access Control Lists, O mano ACL para os íntimos, é um componente que faz parte do core do framework CakePHP, e tem por finalidade oferecer uma forma poderosa de controle e níveis de acesso a determinadas áreas das aplicações.
Uma coisa muito importante que confunde muito quem está estudando o ACL pela primeira vez é, o ACL não faz autenticação ele só facilita a gerência dos níveis, usuários e áreas de acesso.
Resumindo, o que ele faz é dizer quem pode acessar o que, e só.
O ACL usa dois tipos de definições como convenção para facilitar o controle de acesso, são elas:
ACO = Access Control Object, algo que é acessado.
ARO = Access Request Object, quem ou o que acessa algo.
Fazendo uma analogia ao modelo que é geralmente usado pela grande maioria dos programadores, um exemplo de como seriam identificados os controles e níveis de acesso do blog usando ACL, você teria o seguinte cenário.
AROs – Tipos/Grupos de usuários, usuários
Tipos de Usuários:
–Admin
–Editors
–Guest
Usuários:
–Tobias
–João Vagner
–Editor
–Visitante
ACOs – Áreas protegidas
–Posts
–Páginas
–Links
–Plug-ins
–Ferramentas
–Usuários
–Configurações
O ACL tem uma estrutura do tipo árvore e que pode aceitar heranças de permissões de acesso.
Seguindo o exemplo acima poderia ter uma árvore de permissões da seguinte maneira.
Admins (permissões de acesso: todas as áreas)
--João Vagner (herda todas as permissões do grupo)
--Tobias (herda todas as permissões do grupo)
Editors ( permissões de acesso: ( posts (read,add,edit) )
--editor (herda permissões do grupo, usuários (edit:id = editor.id))
Guest (posts,pages,links(read))
--visitante(herda permissões)
WTF? É o que você que nunca mexeu com ACL deve estar no momento né? Relaxa vou explicar o que eu quis dizer com o texto em negrito acima.
Do ponto de vista do ACL tanto os grupos de usuário, quanto os usuários são coisas do mesmo tipo, são coisas que acessam coisas, e graças a metodologia de árvore essas coisas podem herdar permissões de acesso.
No caso do primeiro grupo, Admins, não há nada de especial ou misterioso, o grupo admin tem acesso a tudo e todos os usuários pertencentes a esse grupo herda suas permissões, moleza se você precisa de um controle de acesso simples assim você nem precisa de ACL.
Vamos ao segundo exemplo, esse sim tem algo de interessante e pra alguns pode ter sido meio confuso.
Editors ( permissões de acesso: ( posts (read,add,edit) )
Traduzindo: O grupo Editors tem acesso ao controle posts e tem permissões para efetuar read, add, edit.
O que são essas permissões de read, add, edit? São permissões que você define de acordo com a sua necessidade, eu usei essas por que são as mais básicas, quase um default para exemplos.
Continuando…
--editor (herda permissões do grupo, usuários (edit:id = editor.id))
Traduzindo: O usuário (ARO) editor herda as permissões do grupo editors e tem a permissão específica de edit a determinada id do controllers usuários, o que significa que ele pode editar as próprias informações de usuário, mas não pode editar os dados de outros usuários.
Guest (posts,pages,links(read))
--visitante(herda permissões)
E para todos os visitantes a permissão de ler posts, pages e links.
Como o objetivo desse post é fazer os conceitos serem entendidos não vou postar códigos eles ficam pro próximo post, bom feriado pra todos, e novamente, como sempre, igual a todas as vezes, dúvidas, sugestões e puxões de orelha os comentários tão ai pra isso.
flw ae :)
Magento E-Commerce
Postado por João Vagner em 21.02.2010 10:49 Desenvolvimento web, Internet, OOP, ecommerce, frameworks, php
Quem nunca ouviu falar hoje em dia de uma das ferramentas mais completas para e-commerce disponíveis gratuitamente, se você nunca ouviu falar, esta na hora de de atualizar hein?

O Magento se tornou hoje a principal ferramenta para comercio eletrônico, alem de completo, tem a robustez do Zend Framework, e diversos conceitos de ecommerce e SEO otimizados. Tudo, quer dizer, quase tudo hoje se faz no magento sem muitas dificuldades. Alem do Zend Framework por traz em seu código, ele implementa todas as possibilidades do Pear, traz consigo uma estrutura de canais para módulos aonde a comunidade desenvolve, e você pode usufruir muito bem através de alguns comandos práticos e simples.
O Magento também esta disponível por SVN, o que facilita muito o desenvolvimento, e um padrão / qualidade de código excelente. As instalações do magento são simples, e pode ser feita muito simplesmente por qualquer um com acesso ao SSH da conta. Praticidade total. O Próximo artigo dessa serie sera a instalação e configuração básica da loja, cache, e módulos Claro, depois de nossa introdução a alguns conceitos aplicados pelo magento, tanto em código, quanto em uso de sistema.
1 – Estrutura básica de trabalho.
Existe um bom senso para se trabalhar com o magento, uma estrutura compartilhada segura muito bem, claro, desde que configurado para se tornar leve, trabalhar com cache. Veja aqui os requisitos que o magento necessita para um BOM desempenho em produção. Mas iremos ver isso mais para a frente. Agora e hora da nossa introdução a pastas do Magento. Pastas nos quais iremos ter acesso para upload e modificação de arquivos.
- app - Pasta da sua aplicação
- code - Pasta do seus modulos
- comunity
- core
- local
- design - Pasta aonde toda a estrutura de layout, blocos, xml e xhtml (.phtml), sao armazenados
- adminhtml
- frontend
- install
- etc – Pasta de XML de configurações de sua loja
- locale – Pasta com as linguas instaladas em sua Loja, tipo pt_BR, En, fr_FR, etc
- code - Pasta do seus modulos
- media – Pasta aonde as imagens do seu catalogo sao armazenadas, recortadas e trabalhadas.
- var – Pasta de exportação de dados, backups do banco e etc
- skin – Pasta aonde encontrados o css, javascript e imagem relativa a nosso tema.
- adminhtml
- frontend
- install
Se você for curioso deve estar se perguntando porque as pastas frontend estão com enfase, simples, porque são elas as responsáveis por nosso front-end, html, css, javascript, blocos, etc. Ali e onde a magica ocorre e o template ou tema toma vida.
Pronto, agora já visto a estrutura de pasta do magento, você já sabe aonde e porque deve mexer, cada coisas em seus lugares formando uma plataforma versátil de comercio eletrônico.
2 – O Conceito de “EAV” e Base de Dados.
O magento trabalha com modelo de EAV em suas tabelas. Agora você desenvolvedor deve estar pensando que a coisa esta se complicando. Na verdade esta simplificando. Entramos agora no conceito de Entity-Attribute-Value.
O Modelo proposto de EAV e totalmente oposto da modelagem comum, O modelo simples de modelagem seguindo o ER, no futuro traz alguns obstáculos quando possui uma evolução constante, e muita vezes o modelo de dados tem que se adaptar as novas regras do jogo, e do em questão de compatibilidade, isso se torna bem ruim.
O Conceito básico do EAV e simples, tenha como ideia guardar o Objeto, o atributo e seus valores de atributos. Você esta bem blindado de mudança nas regras do jogo, pois seu modelo baseado em EAV se adapta com muita facilidade a sua necessidade.
Alguns consideram esse modelo de EAV um erro, eu vejo como um obra prima de engenharia de software. Alem de bem projetado, e muito organizado e sistemático, e possui uma ótima flexibilidade.
2 – Instalação, controle de versão e Magento Connect
O Magento traz soluções maravilhosas para melhorar as tarefas mais chatas dos sistemas hoje disponíveis. A instalação, Upgrades e Updates.
Subversion (SVN)
Atualmente você pode fazer um checkout do projeto usando subversion (SVN), que permite flexilidade um bom controle do desenvolvimento e avanços do projeto. Para quem usa Linux e não tem ainda o subversion, basta executar os comandos abaixo:
Vale a dica que para que instalações locais funcionem direitinho, e necessário o uso do Virtual Hosts, porem isso no apache 2 + Linux se torna pratico.
$: sudo apt-get install subversion
Confirme a instalação dos pacotes necessários, depois basta ir na sua pasta padrão do apache, no meu caso sempre fica na home, chamada sites:
$: cd ~/joaovagner/sites/;
$: mkdir magento ;
$: cd magento ;
Pronto, já possui sua pasta para o magento, basta agora fazer o checkout do projeto:
$: svn checkout http://svn.magentocommerce.com/source/branches/1.4
Pronto, já possui um branche do projeto, ou seja, ele esta pronto para rodar, agora caso queira manter uma workcopy basta fazer checkout do trunk, sempre em desenvolvimento, para isso recomendo uma criação de uma pasta para se manter organizado:
$: cd ~/joaovagner/sites/;
$: mkdir magento-trunk ;
$: cd magento-trunk;
Agora basta executar o checkout do trunk:
$: svn checkout http://svn.magentocommerce.com/source/branches/1.4-trunk
Instalação via SSH
A instalação por SSH se baseia simplesmente em comandos de download, disponivel aqui.
Abaixo os comandos necessários usando wget:
//Acesso minha pasta padrão do apache
$: cd ~/joaomedeiros/sites//Crio uma pasta para o magento
$: mkdir magento//Acesso a pasta que criei
$: cd magento//Uso wget para fazer o download dos pacotes, tanto o magento em sí como o arquivo de dados de exemplos
$: wget http://www.magentocommerce.com/downloads/assets/1.4.0.0/magento-1.4.0.0.tar.gz
$: wget http://www.magentocommerce.com/downloads/assets/1.2.0/magento-sample-data-1.2.0.tar.gz//Descompactação dos pacotes baixados
$: tar -zxvf magento-1.4.0.0.tar.gz
$: tar -zxvf magento-sample-data-1.2.0.tar.gz// Movemos as imagens de exemplo para a pasta correnta de media
$: mv magento-sample-data-1.2.0/media/* magento/media///movendo os registros no banco de exemplo para a a pasta magento
$: mv magento-sample-data-1.2.0/magento_sample_data_for_1.2.0.sql magento/data.sql
//Movendo o .htaccess para interpretação de regras personalizáveis do magento
$: mv magento/* magento/.htaccess .//Setando permissão de escritas na pasta correta, pois a instalação vai precisar
$: chmod o+w var var/.htaccess app/etc//Permissão recursiva na pasta de media de imagens de produtos do magento.
$: chmod -R o+w media//Aqui eu uso o .SQL para inserir dados de exemplo de produtos + CMS + homepage.
$: mysql -h localhost -u seuuserdobanco -psuasenha magento_database < data.sql//Atualização de pacotes e instalação do canal de upgrade e update do magento connect no pear.
$: ./pear mage-setup .
$: ./pear install magento-core/Mage_All_Latest-stable//Limpando todos os arquivos desnecessários
$: rm -rf downloader/pearlib/cache/* downloader/pearlib/download/*
$: rm -rf magento/ magento-sample-data-1.2.0/
$: rm -rf magento-1.4.0.0.tar.gz magento-sample-data-1.2.0.tar.gz data.sql
Caso esteja em um MAC OS e não possua o Wget, basta usar o CURL, uma alternativa que funciona basicamente como alternativa ao wget, basta substituir o wget por curl -O
//mesmo efeito que o wget
$: curl -O http://www.magentocommerce.com/downloads/assets/1.4.0.0/magento-1.4.0.0.tar.gz
$: curl -O http://www.magentocommerce.com/downloads/assets/1.2.0/magento-sample-data-1.2.0.tar.gz
Pronto, agora basta acessar a URL localhost e executar a instalação, claro, novamente recomendo o uso do Virtual Hosts para que isso possa fluir melhor.
Agora basta acessar, ai: http://magento.localhost/ (Interpretando que esse e seu virtual host!)
Caso você utilize Windows, pode usar o pacote Magento and Zend Server – Unified Installer e executar sua instalação no Windows com Zend Server e já um pacote do Magento. Eu nunca executei tal teste, não tenho certeza de como funciona e os passos!
Dicas e macetes em problemas de Instalações + Permissões
Como ja venho a tempos executando instalações, entendendo os processos e funcionalidades do magento, venho já armazenando e guardando alguns macetes de problemas recorrentes que enfrento, tanto em servidores conhecidos da IW2 como em terceiros, e as vezes ate localmente.
Instalação e erro 505
Comigo sempre ocorre de um upgrade ou nova instalação, ocorrer erro500, o famoso “Internal Server Error”, isso pode ser corrigido com Shell Script:
$: cd magento ;
$: find . -type d -print | xargs chmod 755
$: find . -type f -print0 | xargs -0 -n1 chmod 644
$: chmod 775 app/etc var var/.htaccess && chmod -R 775 media
Problema Resolvido
Menu Administrativo parou de funcionar! O Que eu faço?!
Esse problema ocorre devido a compilação do javascript, e simples resolver, e já e um problema frequente:
Passo 1 – Abrir o Arquivo com problema
O Arquivo que esta causando esse problema se localiza na seguinte path: app/code/core/Mage/Page/Block/Html/Head.php
Basta renomear o Head.php para head.php. No Terminal basta executar o comando mv:
$: cd magento;
$: mv pp/code/core/Mage/Page/Block/Html/Head.php app/code/core/Mage/Page/Block/Html/head.php
Passo 2 - Permissões corretas
Esses arquivos precisam de permissões corretas para que o Browser tenha o retorno necessário:
$: cd magento;
$: chmod 755 js/ ;
$: chmod 644 js/lib/ ;
$: chmod 644 js/index.php ;
Pronto, seu menu está perfeito! Seu Magento esta pronto para trabalhar!
Tags: ecommerce, frameworks, magento, varien, zend framework
Encontro de desenvolvedores CAKE Sao Paulo
Postado por João Vagner em 17.06.2009 05:53 Desenvolvimento web, Internet, cakephp, frameworks, php
Bom dia pessoal,
Estive presente no Encontro de desenvolvedores CAKE em Sao Paulo, e posso dizer que foi um bom encontro, palestras de nivel muito bom, aonde foi abordado desde a criação de um helper ate a criação, plugins, ambiente de testes, brincadeiras e criação com o bake.
Algumas palestras em destaques para TDD – Test-Driven Development e Testes Automatizados com CakePHP, aonde foram abordados assuntos que vem ja a algum tempo sendo levado em conta que e desde a engenharia de software ate a cobertura de testes dos codigos. Abordados tipos de testes: Unitarios, Aceitação, entre outros. Palestras de Rodrigo Moyle e José Pedrini.
Apos isso uma outra palestra de nivel incrivel sobre criação e consumo de webservices com CAKEPHP que foi criado e desenvolvido um webservive utilizando REST. Parabéns ao Carlos Pires da 2KM que veio de Minas para nos prestegiar com sua palestra e sua participação no evento.
Um grade destaque também a palestra do Rafael Santos, que nos mostrou como construir uma plataforma RAD para Flex com CakePHP e Fake, apresentando inovações como o FAKE e integrações bem legais entre Flex e CAKEPHP, aonde se utiliza todos os recursos, desde validations, ate os models e controllers, nao deixando a desejar nem um pouco.
Parabéns aos Organizadores, ao Renan Gonçalves que se esforçou e fez acontecer e valer a pena o evento. Troca de conhecimentose fortalecimento da comunidade CAKEPHP e PHP no Brasil e em São Paulo.
Minha Palestra:
Tags: cakephp, Desenvolvimento web
Bloqueio de rota administrativa do CakePHP
Postado por João Vagner em 12.03.2009 08:34 Destaques, Geral, Internet, OOP, frameworks, php
Olá Pessoal,
Quem utiliza o Fremwork CakePHP sabe que é uma mão na roda o route admin. Nos poupa um bocado de trabalho criar as funções da administração do site. Isso graças ao “Bake” Porém a rota não pode ficar totalmente acessivel a qualquer um, certo?
O Jonathan Snook escreveu um artigo em relação a isso, porém em alguns testes por aqui nenhum realmente funcionou utilizando .htaccess para proteção dessa rota com password.
Password Protecting Admin Functions in CakePHP.
O Conceito da proteção no artigo do Jonathan Snook é simples, E pode ser gerado com qualquer um que possua acesso ao SSH do site. Não é necessário acesso root para esses tipos de ações no servidor.
Seu servidor não te da acesso ao SSH? Está na hora de mudar para a IW²
O primeiro passo dessa proteção se dá ao inserir seguinte conteúdo no seu .htaccess :
1 2 3 4 | AuthUserFile /diretorio/passwd/protecao AuthName "Administracao CAKE" AuthType Basic Require valid-user |
Com acesso ao ssh utilize o seguinte comando dentro da pasta “www”.
htpasswd -c /diretorio/passwd/protecao username
.
Isso gera um arquivo com a senha criptografada! Caso queira barar o arquivo gerado para verificar fiquem à vontade!
Bons testes, aqui nunca funcionou!
Meu jeitinho
A maneira no qual eu utilizo é a verificação simples de variavel, ou seja, apenas um usuário dentro do código no qual após o POST, verifica os dados, e grava uma sessão, se os mesmos forem iguais.
Primeiro passo é abrir o seu /app/config/routes.php, e crie uma rota chamada admin, usando o controller de páginas estáticas. Veja:
1 | Router::connect('/admin/', array('controller' => 'pages', 'action' => 'display', 'admin')); |
Agora crie um arquivo chamado admin.ctp dentro da pasta /app/views/pages/ com um formulário básico para login e senha:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 | <?php //Define o layout padrão para a página $this->layout = 'admin'; ?> <h1><?php __('Administração');?></h1> <?php // Caso ocorra algum erro, é exibido em sua div correta! if(isset($error)) { echo "<div class='error'>" . $error . "</div>"; } ?> <?php /* criamos um formulário com o vetor User, indicando a rota /admin/login, onde teremos nossa verificação de usuário e senha para registro da sessão da administração, e acesso ao restante dos actions _admin_ */ echo $form->create('User', array('url'=>'/admin/login/')); ?> <fieldset> <legend>Digite os dados</legend> <?php echo $form->input('username', array('label'=>'Login')); ?> <?php echo $form->input('password', array('label'=>'Senha', 'id'=>'Senha')); ?> <?php echo $form->end('Logar!'); ?> </fieldset> </form> |
O próximo passo é criar uma nova rota no /app/config/routes.php, rota no qual foi definida na URL do nosso formulário, onde será submetida os dados para verificação.
1 | Router::connect('/admin/login/', array('controller' => 'users', 'action' => 'admLogin')); |
Claro, obviamente eu já possuo um controller chamado users, caso não tenha, pode cria-lo, utilizando o código abaixo:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 | <?php class UsersController extends AppController { var $name = 'Users'; var $helpers = array('Html', 'Form'); /* Claro, que aqui irão outras actions suas ;) */ function admLogin() { //verifica se o post possui alguma informação para registrar o nosso array com informações if($this->data) { $dbuser = array('username'=='Administrador', 'password'=>'Sua_senha_aqui'); if(($this->data['User']['username'] == $dbuser['username']) && ($this->data['User']['password'] == $dbuser['password'])) { $this->Session->Write('admin', $dbuser); // registra a sessão "admin" para futuras verificações $this->Session->setFlash('Logado com sucesso'); //Notifica o sucesso ao logar! $this->redirect('/admin/users/index'); // redireciona para a action index do controller users. } else { $this->Session->setFlash('Erro! Dados inválidos'); // notifica o erro } } } } ?> |
Note que por enquanto o nosso controller users possui apenas um action. Fica a seu critério a criação do resto do conteúdo ;)
Agora iremos criar a função para verificação da sessão:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 | <?php function checkAdminSession() { if (!$this->Session->check('admin')) { $this->Session->setFlash('Você não tem acesso a essa área'); $this->redirect('/admin/login/'); } } ?> |
A minha recomendação é que coloque essa função dentro do arquivo /app/app_controller.php no qual o cake carrega automáticamente. Esse arquivo serve para colocar as funções que vai utilizar em todos os controllers, sem a necessidade de ficar repetindo os mesmos.
Agora vem a parte mais interessante, vamos inserir o beforeFilter(); também dentro do /app/app_controller.php, para verificação do parametro /admin/ na url, e execução da verificação da sessão. Veja:
1 2 3 4 5 6 7 8 | <?php function beforeFilter() { if(isset($this->params['admin'])) { $this->checkAdminSession(); } } ?> |
O que a função faz é: Se existe algum parametro na url “admin”, executa a função checkAdminSession e veja se existe a sessão “admin”. Se não existir a sessão, a checkAdminSession redireciona para login.
Pronto, e assim você tem uma certa segurança em relação a rota /admin/ não estar sendo visualizada por tudo e por todos!
Tags: cakephp, Desenvolvimento web, frameworks

